
domingo, 17 de janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
FELIZ 2010

Regresso a este espaço, nos primeiros dias de um novo ano, dirigindo-me particularmente aos meus amigos e habituais visitantes do blogue em jeito de balanço superficial e após uma pausa no fim de 2009.
Um ano em que basicamente se falou de crise, de pandemia da gripe A e do vírus HN1, que ocupou grande parte dos serviços noticiosos o que até deu certo jeito, evitando-se assim em se falar de outras coisas.
Um ano em que basicamente se falou de crise, de pandemia da gripe A e do vírus HN1, que ocupou grande parte dos serviços noticiosos o que até deu certo jeito, evitando-se assim em se falar de outras coisas.
Também foi um ano marcado por eleições, escutas e falências de milhares de empresas que fragilisaram mais ainda a economia nacional.
Uma crise que afinal segundo dados apurados no final do ano junto dos empresários, não teve reflexos negativos no volume de negócios das grandes lojas, das grandes marcas e das grandes superfícies comerciais, ao contrário do sucedido no ano anterior.
É caso para questionar se de facto a crise existe ou não e quem são verdadeiramente os mais afectados pela mesma.
Não tenho dúvidas que sim, que existe e que esteve aí bem activa, que está e estará para durar mais algum tempo, continuando a afectar sempre os mesmos.
Um vírus gripal com previsões catastróficas e notícias alarmantes publicadas diariamente nas primeiras páginas de todos os órgãos de comunicação social, sensacionais aberturas dos principais noticiários televisivos e radiofónicos, com exaustivos debates por todos os que se achavam ter opinião sobre o tema, mas que muitas vezes ao contrário de esclarecer uma população já de si mal informada, criou ainda mais confusão e pânico.
Opiniões a favor e contra relativamente a um processo de vacinação destinado a determinados grupos de cidadãos que agora por excesso de stock foi alargado a um leque mais vasto da população.
Uma crise que afinal segundo dados apurados no final do ano junto dos empresários, não teve reflexos negativos no volume de negócios das grandes lojas, das grandes marcas e das grandes superfícies comerciais, ao contrário do sucedido no ano anterior.
É caso para questionar se de facto a crise existe ou não e quem são verdadeiramente os mais afectados pela mesma.
Não tenho dúvidas que sim, que existe e que esteve aí bem activa, que está e estará para durar mais algum tempo, continuando a afectar sempre os mesmos.
Um vírus gripal com previsões catastróficas e notícias alarmantes publicadas diariamente nas primeiras páginas de todos os órgãos de comunicação social, sensacionais aberturas dos principais noticiários televisivos e radiofónicos, com exaustivos debates por todos os que se achavam ter opinião sobre o tema, mas que muitas vezes ao contrário de esclarecer uma população já de si mal informada, criou ainda mais confusão e pânico.
Opiniões a favor e contra relativamente a um processo de vacinação destinado a determinados grupos de cidadãos que agora por excesso de stock foi alargado a um leque mais vasto da população.
Um ano igualmente marcado pelos casos de cegueira que afectou alguns utentes do Hospital de Santa Maria e que ficou provado ter a sua causa em negligência.
Um ano em que não verifiquei o mínimo interesse de quem de direito em investigar e acabar com a corrupção.
Os casos BPP e BPN, Freeport entre outros, são o exemplo do que é possível acontecer neste país, perante a passividade e ingenuidade do governador do Banco de Portugal.
Um ano em que finalmente o tratado de Lisboa foi assinado e após muitas horas de sofrimento Portugal apurou-se para a fase final do campeonato do mundo de futebol a realizar-se na África do Sul em meados deste ano.
Vamos em 2010 continuar a viver em crise, aliás considero que os portugueses são de certeza o povo mais habilitado a viver contra este fenómeno porque enquanto a grande maioria dos países europeus apenas começaram a sentir os seus efeitos nos últimos dois anos, nós por cá já vivemos em crise acerca de dez anos.
Será segundo os entendidos na área o ano da verdade, o ano em que tudo o que não estiver bem estruturado irá naturalmente ruir.
Vão ruir os projectos pessoais, políticos económicos e financeiros mal estruturados, vão ruir as relações humanas fragilizadas e tudo o resto que não esteja bem suportado.
Por isso creio irá ser um ano de afirmação e onde desejo e espero que todos tenham as mesmas oportunidades em concretizarem os objectivos a que se propuserem.
Um ano que começa com notícias de avultados estragos provocados por um pontual mas esperado agravamento das condições meteorológicas que resultou em extensos prejuízos de vária ordem com especial significado na área da agricultura, mas que mais uma vez evidencia não estar-mos preparados para os pequenos efeitos da natureza.
Um ano onde oficialmente é divulgado o maior aumento percentual de desempregados de sempre, ocupando Portugal o 4º lugar dos países europeus com maior taxa que já se situa perto dos 10,5%.
Notícias também já habituais mas que não deixam de exigir alguma reflexão da nossa sociedade, sobre o avultado número de idosos que por altura das épocas festivas são abandonados nas urgências dos hospitais, ou como mais recentemente noticiado aconteceu a um grupo de idosas armazenadas e entregues a si próprias ficando trancadas num espaço a que chamavam lar sem as mais básicas condições de apoio médico, logístico ou higiénico.
Somos um povo que quando mobilizado e em grupo, responde afirmativamente na defesa sem reservas das grandes causas e isso ficou uma vez mais provado durante o ano que findou, é chegado o momento de individualmente olharmos para o lado e comparticiparmos com pequenos gestos e atitudes que minimizem os momentos menos bons de quem nos rodeia.
Vamos em 2010 continuar a viver em crise, aliás considero que os portugueses são de certeza o povo mais habilitado a viver contra este fenómeno porque enquanto a grande maioria dos países europeus apenas começaram a sentir os seus efeitos nos últimos dois anos, nós por cá já vivemos em crise acerca de dez anos.
Será segundo os entendidos na área o ano da verdade, o ano em que tudo o que não estiver bem estruturado irá naturalmente ruir.
Vão ruir os projectos pessoais, políticos económicos e financeiros mal estruturados, vão ruir as relações humanas fragilizadas e tudo o resto que não esteja bem suportado.
Por isso creio irá ser um ano de afirmação e onde desejo e espero que todos tenham as mesmas oportunidades em concretizarem os objectivos a que se propuserem.
Um ano que começa com notícias de avultados estragos provocados por um pontual mas esperado agravamento das condições meteorológicas que resultou em extensos prejuízos de vária ordem com especial significado na área da agricultura, mas que mais uma vez evidencia não estar-mos preparados para os pequenos efeitos da natureza.
Um ano onde oficialmente é divulgado o maior aumento percentual de desempregados de sempre, ocupando Portugal o 4º lugar dos países europeus com maior taxa que já se situa perto dos 10,5%.
Notícias também já habituais mas que não deixam de exigir alguma reflexão da nossa sociedade, sobre o avultado número de idosos que por altura das épocas festivas são abandonados nas urgências dos hospitais, ou como mais recentemente noticiado aconteceu a um grupo de idosas armazenadas e entregues a si próprias ficando trancadas num espaço a que chamavam lar sem as mais básicas condições de apoio médico, logístico ou higiénico.
Somos um povo que quando mobilizado e em grupo, responde afirmativamente na defesa sem reservas das grandes causas e isso ficou uma vez mais provado durante o ano que findou, é chegado o momento de individualmente olharmos para o lado e comparticiparmos com pequenos gestos e atitudes que minimizem os momentos menos bons de quem nos rodeia.
Apesar de tudo somos um povo a necessitar de aumentar a sua auto-estima, gestos simples como um "Bom Dia" um "Sorriso" ou um "Olá", poderiam contribuir para que todos fossemos um pouco mais felizes.
Bem sei que o Carnaval está já aí, depois vem a Páscoa o Rock In Rio, os Santos Populares, as festas na aldeia, o Campeonato do Mundo de Futebol e em menos de nada as férias de verão, portanto estão reunidas as condições para um país em festa num ano bem diversificado e preenchido.
Aproveitem bem os intervalos, sejam felizes e tenham muita saúde.
Um abraço
Bem sei que o Carnaval está já aí, depois vem a Páscoa o Rock In Rio, os Santos Populares, as festas na aldeia, o Campeonato do Mundo de Futebol e em menos de nada as férias de verão, portanto estão reunidas as condições para um país em festa num ano bem diversificado e preenchido.
Aproveitem bem os intervalos, sejam felizes e tenham muita saúde.
Um abraço
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
À Procura da Estabilidade

Deixei de pertencer ao extenso número de desempregados deste país, numa altura em que de acordo com os dados tornados públicos pelo Gabinete de Estatística da União Europeia, o desemprego em Portugal atingiu os 10,2%.
Passei por um período de 38 meses que representou um duro golpe difícil de ultrapassar até porque mais elementos do meu agregado familiar se encontravam na mesma situação.
Foi um tempo em que apesar da difícil situação, nunca deixei de cumprir com os compromissos e responsabilidades adquiridas, nunca me deixei abater pela situação e nunca me entreguei ao absentismo, procurando das várias formas ao meu alcance colmatar as dificuldades surgidas e até aproveitei para melhorar o nível dos meus conhecimentos gerais e académicos, conhecer gente muito interessante e aumentar o número dos meus amigos.
Mesmo assim, não foi fácil gerir um tempo em que de alguma forma por vezes me senti marginalizado, por parte de uma sociedade que apesar de conhecer a realidade, olha para o lado. Enviava currículos que não tinham resposta ou quando as tinham , eram demasiado evasivas, procurei de porta a porta, apresentar a minha disponibilidade e experiência para encontrar uma saída, mas apenas recebia sinais de alguma compreensão e alguns sorrisos amarelados. Tive de fazer prova efectiva de procura de emprego e apresentações quinzenais como se tivesse cometido alguma ilegalidade pelo facto de ter sido abruptamente empurrado para a situação, enquanto alguns com rendimentos acima da média recebem apoios de vária ordem, sem qualquer tipo de control.
Aos vinte e um anos vi os meus objectivos profissionais e académicos interrompidos por força de me terem enviado para uma guerra que ainda hoje deixa imensas marcas numa parte significativa da sociedade portuguesa.
Aos cinquenta e seis anos, novo golpe na estabilidade pessoal e familiar, passei a ser designado por "Desempregado de longa duração" e agora muito perto dos sessenta, é quase como recomeçar quase tudo de novo porque só quem passa por situação semelhante pode imaginar as mazelas que a situação deixa e que precisam de ser tratadas.
A taxa de desemprego acima referida atinge sobretudo os jovens até aos vinte e cinco anos que representam cerca de 20% dos desempregados.
È aqui que pode residir o maior receio pelo futuro dos jovens e do país, jovens que perante as actuais perspectivas se vêm forçados a emigrar, procurando noutros países saídas que não encontram em Portugal.
Enquanto isto Portugal continua absorvido por demasiados casos pendentes na justiça, “Casa Pia” Freeport” “BPP” “BPN” “Face Oculta”, são apenas alguns exemplos de preocupação não apenas para o cidadão comum, pois até alguns ex políticos já manifestaram extrema preocupação e suspeitas sobre a justiça portuguesa.
Receio que ao longo do tempo em que se arrastam todos estes processos se vão apagando marcas importantes e que no final a montanha tenha parido um rato.
Estamos em Dezembro e alguns vão passar bem ao lado da realidade distraídos com a pompa resultante da organização da cimeira Ibero-Americana, da entrada em vigor do tratado de Lisboa, com o imenso espaço dedicado aos grandes confrontos futebolísticos e com a euforia e celebrações das festividades que se aproximam.
Estejamos atentos porque momentos muito difíceis vêem aí, provavelmente nos próximos anos haverá países Europeus à beira da banca rota e difícil será a médio prazo Portugal não voltar a estar envolvido noutro conflito bélico.
Passei por um período de 38 meses que representou um duro golpe difícil de ultrapassar até porque mais elementos do meu agregado familiar se encontravam na mesma situação.
Foi um tempo em que apesar da difícil situação, nunca deixei de cumprir com os compromissos e responsabilidades adquiridas, nunca me deixei abater pela situação e nunca me entreguei ao absentismo, procurando das várias formas ao meu alcance colmatar as dificuldades surgidas e até aproveitei para melhorar o nível dos meus conhecimentos gerais e académicos, conhecer gente muito interessante e aumentar o número dos meus amigos.
Mesmo assim, não foi fácil gerir um tempo em que de alguma forma por vezes me senti marginalizado, por parte de uma sociedade que apesar de conhecer a realidade, olha para o lado. Enviava currículos que não tinham resposta ou quando as tinham , eram demasiado evasivas, procurei de porta a porta, apresentar a minha disponibilidade e experiência para encontrar uma saída, mas apenas recebia sinais de alguma compreensão e alguns sorrisos amarelados. Tive de fazer prova efectiva de procura de emprego e apresentações quinzenais como se tivesse cometido alguma ilegalidade pelo facto de ter sido abruptamente empurrado para a situação, enquanto alguns com rendimentos acima da média recebem apoios de vária ordem, sem qualquer tipo de control.
Aos vinte e um anos vi os meus objectivos profissionais e académicos interrompidos por força de me terem enviado para uma guerra que ainda hoje deixa imensas marcas numa parte significativa da sociedade portuguesa.
Aos cinquenta e seis anos, novo golpe na estabilidade pessoal e familiar, passei a ser designado por "Desempregado de longa duração" e agora muito perto dos sessenta, é quase como recomeçar quase tudo de novo porque só quem passa por situação semelhante pode imaginar as mazelas que a situação deixa e que precisam de ser tratadas.
A taxa de desemprego acima referida atinge sobretudo os jovens até aos vinte e cinco anos que representam cerca de 20% dos desempregados.
È aqui que pode residir o maior receio pelo futuro dos jovens e do país, jovens que perante as actuais perspectivas se vêm forçados a emigrar, procurando noutros países saídas que não encontram em Portugal.
Enquanto isto Portugal continua absorvido por demasiados casos pendentes na justiça, “Casa Pia” Freeport” “BPP” “BPN” “Face Oculta”, são apenas alguns exemplos de preocupação não apenas para o cidadão comum, pois até alguns ex políticos já manifestaram extrema preocupação e suspeitas sobre a justiça portuguesa.
Receio que ao longo do tempo em que se arrastam todos estes processos se vão apagando marcas importantes e que no final a montanha tenha parido um rato.
Estamos em Dezembro e alguns vão passar bem ao lado da realidade distraídos com a pompa resultante da organização da cimeira Ibero-Americana, da entrada em vigor do tratado de Lisboa, com o imenso espaço dedicado aos grandes confrontos futebolísticos e com a euforia e celebrações das festividades que se aproximam.
Estejamos atentos porque momentos muito difíceis vêem aí, provavelmente nos próximos anos haverá países Europeus à beira da banca rota e difícil será a médio prazo Portugal não voltar a estar envolvido noutro conflito bélico.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
100 STRESS

Pois é, não vale a pena entrar em stress porque a sociedade em que vivemos nos presenteia quase diariamente com factos e actos de corrupção activa, tráfico de influências e outros que nos levaria a estados permanentes de stress, indignação, raiva etc,etc.etc.
José Saramago, segundo o próprio escreve para desassossegar, eu faço-o como terapia para libertar os sentimentos atrás descritos.
Não vale a pena olhar-mos para o lado ou andar distraídos com outras coisas, a realidade está aí bem presente e todos os dias a bola de neve ganha volume.
Felizmente, hoje alguma comunicação social pratica um jornalismo de intervenção, está atenta e vai permitindo que tenhamos conhecimento do que se vai passando neste país, de outra forma estas e outras situações não saíam do interior das paredes dos gabinetes e dos centros de decisão.
O país está a saque e nas mãos de alguns senhores que ora em funções na área da politica ou em empresas publicas e privadas, continuam a ocupar cargos importantes e auferindo rendimentos que são um escãndalo considerando a situação económica em que vivemos.
Empresas públicas às quais todos nós estamos dependentes e vinculados por contractos de prestação de bens e serviços e que não assumem de forma correcta a sua parte, porque estão minadas de gente que escudados pelos altos cargos que ocupam, não estão para servir a comunidade mas sim para se servirem.
"Face oculta" é o nome da investigação a decorrer que indicia haver ainda muita gente oculta num processo onde espero, embora não acredite, não demore muito tempo a se concluir ou não vá para a gaveta e mais uma vez os poderosos não são condenados continuando impunemente a ocupar cargos previligiados na sociedade.
Não quero presonalizar empresas ou pessoas responsáveis que estão indiciadas como arguidas neste processo, quero apenas manter a esperança que de uma vez por todas se faça justiça.
José Saramago, segundo o próprio escreve para desassossegar, eu faço-o como terapia para libertar os sentimentos atrás descritos.
Não vale a pena olhar-mos para o lado ou andar distraídos com outras coisas, a realidade está aí bem presente e todos os dias a bola de neve ganha volume.
Felizmente, hoje alguma comunicação social pratica um jornalismo de intervenção, está atenta e vai permitindo que tenhamos conhecimento do que se vai passando neste país, de outra forma estas e outras situações não saíam do interior das paredes dos gabinetes e dos centros de decisão.
O país está a saque e nas mãos de alguns senhores que ora em funções na área da politica ou em empresas publicas e privadas, continuam a ocupar cargos importantes e auferindo rendimentos que são um escãndalo considerando a situação económica em que vivemos.
Empresas públicas às quais todos nós estamos dependentes e vinculados por contractos de prestação de bens e serviços e que não assumem de forma correcta a sua parte, porque estão minadas de gente que escudados pelos altos cargos que ocupam, não estão para servir a comunidade mas sim para se servirem.
"Face oculta" é o nome da investigação a decorrer que indicia haver ainda muita gente oculta num processo onde espero, embora não acredite, não demore muito tempo a se concluir ou não vá para a gaveta e mais uma vez os poderosos não são condenados continuando impunemente a ocupar cargos previligiados na sociedade.
Não quero presonalizar empresas ou pessoas responsáveis que estão indiciadas como arguidas neste processo, quero apenas manter a esperança que de uma vez por todas se faça justiça.
Mas o mais certo e como hoje ouvi pela boca de pessoas com responsabilidade neste país, é que daqui a pouco tempo tudo esteja arquivado, não se encontrando culpados e se deixe de falar no assunto.
Não podemos continuar a permitir que façamos parte de uma sociedade onde economistas que são actuais e ex responsaveis politicos, gestores ou empresários se manifestem de forma arrogante contra o aumento do salário minimo nacional.
Não podemos continuar a permitir que a soma dos portugueses a receber rendimento social de inserção, complento social para idosos, subsídio de desemprego entre outros existentes, ronde já os 40% da população.
Não podemos continuar a permitir haver centenas de milhar de jovens a sair de Portugal porque perderam a esperança de encontrar um futuro estável na sua terra.
Também não podemos continuar a permitir que face a este quadro se continue a injectar altas verbas em instituições bancárias falidas, só porque existem interesses que envolve gente influente, enquanto os patrões dizem que as empresas não têm condições para cumprir o já anteriormente esbabelecido relativamente ao valor do ordenado minimo nacional.
Pretendo sem perder o sentido critico, manter um espírito construtivo e ter a esperança que a médio ou longo prazo algo se altere para bebeficio das novas gerações.
Não podemos continuar a permitir que façamos parte de uma sociedade onde economistas que são actuais e ex responsaveis politicos, gestores ou empresários se manifestem de forma arrogante contra o aumento do salário minimo nacional.
Não podemos continuar a permitir que a soma dos portugueses a receber rendimento social de inserção, complento social para idosos, subsídio de desemprego entre outros existentes, ronde já os 40% da população.
Não podemos continuar a permitir haver centenas de milhar de jovens a sair de Portugal porque perderam a esperança de encontrar um futuro estável na sua terra.
Também não podemos continuar a permitir que face a este quadro se continue a injectar altas verbas em instituições bancárias falidas, só porque existem interesses que envolve gente influente, enquanto os patrões dizem que as empresas não têm condições para cumprir o já anteriormente esbabelecido relativamente ao valor do ordenado minimo nacional.
Pretendo sem perder o sentido critico, manter um espírito construtivo e ter a esperança que a médio ou longo prazo algo se altere para bebeficio das novas gerações.
"Se eu podia viver sem estes comentários? eu poder podia, mas não era a mesma coisa"
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
DESFRUTAR LISBOA

No momento em que acabaram de se realizar mais umas eleições autárquicas que a nível nacional praticamente terminaram com a vitória da clientela habitual e apenas só com três bons resultados:A não eleição de Fátima Felgueiras, Narciso Miranda e de Adelino Ferreira Torres, resolvi dedicar um pouco deste espaço às minhas origens, à minha cidade Lisboa.
Sou um alfacinha com grande paixão pela cidade onde nasci e sempre vivi quer pelos seus contrastes,quer pela sua luz e beleza natural mas acima de tudo pela sua gente, aquela população genuína habitante dos vários bairros típicos com quem tive o previlégio de conviver em alguns períodos da minha juventude.
Nos últimos anos, tenho exercido com maior regularidade a minha cidadania activa junto dos diversos organismos responsáveis pela boa gestão da cidade, através de sugestões, pedidos de informação ou reclamações que pontualmente coloco aos vários pelouros ou ao Gabinete de Apoio ao Munícipe, contactos que têm obtido alguns resultados positivos.
Cada vez mais é importante que exijamos junto do poder local, as melhores condições para que todos possamos desfrutar da cidade onde vivemos.
Sou um alfacinha com grande paixão pela cidade onde nasci e sempre vivi quer pelos seus contrastes,quer pela sua luz e beleza natural mas acima de tudo pela sua gente, aquela população genuína habitante dos vários bairros típicos com quem tive o previlégio de conviver em alguns períodos da minha juventude.
Nos últimos anos, tenho exercido com maior regularidade a minha cidadania activa junto dos diversos organismos responsáveis pela boa gestão da cidade, através de sugestões, pedidos de informação ou reclamações que pontualmente coloco aos vários pelouros ou ao Gabinete de Apoio ao Munícipe, contactos que têm obtido alguns resultados positivos.
Cada vez mais é importante que exijamos junto do poder local, as melhores condições para que todos possamos desfrutar da cidade onde vivemos.
Por mim, estou disposto a ficar cada vez mais atento e a reclamar tudo aquilo que quero e não quero para a minha cidade.
Quero uma cidade que preserve a parte histórica que necessita de algum cuidado para que tanto portugueses como estrangeiros possam usufruir de uma das nossas maiores riquezas culturais.
Quero uma cidade onde a palavra mobilidade não seja apenas uma mera intenção, mas que efectivamente seja aplicada em todos os locais que pelas mais diversas razões são obstáculos enormes para todos os peões e em particular para aqueles que de uma forma ou de outra vivem com com limitações de diversa ordem.
Quero uma cidade que preserve a parte histórica que necessita de algum cuidado para que tanto portugueses como estrangeiros possam usufruir de uma das nossas maiores riquezas culturais.
Quero uma cidade onde a palavra mobilidade não seja apenas uma mera intenção, mas que efectivamente seja aplicada em todos os locais que pelas mais diversas razões são obstáculos enormes para todos os peões e em particular para aqueles que de uma forma ou de outra vivem com com limitações de diversa ordem.
Quero uma cidade onde seja posto em prática o famoso”Plano de Recuperação da Baixa” e onde os prédios com andares devolutos de aspecto desolador e ameaçando perigo eminente possam ser requalificados de forma a poderem ser habitados por jovens casais e com c ondições favoraveis para que o coração da cidade volte a ter a vida de outros tempos e não se torne após as dezoito horas uma zona quase fantasma e com grandes problemas de segurança.
Quero uma cidade onde os espaços verdes sejam preservados e recuperados proporcionando aos jovens e aos menos jovens, usufruirem de momentos ao ar livre aproveitando as características excelentes do nosso clima durante um grande período do ano.
Não quero uma cidade de ruas com falta de limpeza e onde se alojam a qualquer hora do dia dezenas de sem-abrigo junto de edifícios e monumentos que são fotografados por turistas que levam uma imagem degradante da cidade e do país.
Não quero uma cidade onde nalguns casos a recolha do lixo é feita a horas impróprias e em condições deficientes.
Não quero uma cidade onde a Avenida da Liberdade, cartão de visita da capital, tenha os seus jardins degradados e a precisarem de uma requalificação urgente.
Não quero uma cidade onde o importante jardim do Campo Grande apresente um aspecto extremamente desolador e onde jovens e idosos se viram privados de frequentarem as piscinas e que agora tem anunciado a abertura de um concurso internacional para a sua recuperação.
Não quero uma cidade que tem os índices de poluição atmosférica das piores do país e da Europa fruto de uma política incorrecta na gestão do trânsito automóvel.
"Obra a obra Lisboa melhora” ou “Nós cumprimos”, foram alguns dos slogans que invadiram a cidade na última campanha eleitoral, vamos esperar que possam fazer o seu trabalho cumprindo com o programa apresentado, de contrário podem contar com a minha permanente atenção para denunciar o que entender não estar certo.
Quero uma cidade onde os espaços verdes sejam preservados e recuperados proporcionando aos jovens e aos menos jovens, usufruirem de momentos ao ar livre aproveitando as características excelentes do nosso clima durante um grande período do ano.
Não quero uma cidade de ruas com falta de limpeza e onde se alojam a qualquer hora do dia dezenas de sem-abrigo junto de edifícios e monumentos que são fotografados por turistas que levam uma imagem degradante da cidade e do país.
Não quero uma cidade onde nalguns casos a recolha do lixo é feita a horas impróprias e em condições deficientes.
Não quero uma cidade onde a Avenida da Liberdade, cartão de visita da capital, tenha os seus jardins degradados e a precisarem de uma requalificação urgente.
Não quero uma cidade onde o importante jardim do Campo Grande apresente um aspecto extremamente desolador e onde jovens e idosos se viram privados de frequentarem as piscinas e que agora tem anunciado a abertura de um concurso internacional para a sua recuperação.
Não quero uma cidade que tem os índices de poluição atmosférica das piores do país e da Europa fruto de uma política incorrecta na gestão do trânsito automóvel.
"Obra a obra Lisboa melhora” ou “Nós cumprimos”, foram alguns dos slogans que invadiram a cidade na última campanha eleitoral, vamos esperar que possam fazer o seu trabalho cumprindo com o programa apresentado, de contrário podem contar com a minha permanente atenção para denunciar o que entender não estar certo.
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